Categoria "Cultura e Entretenimento"
17 de dez de 2015

Top 3: Melhores leituras do ano

Olá pessoal, tudo bem com vocês?

Esse foi um ano bem produtivo pra mim no quesito leitura, e espero que o de vocês também tenha sido :) Mas dentre todos esses livros lidos, três me surpreenderam! Três deles me marcaram de alguma maneira e me fizeram aprender uma lição pra vida toda! E é sobre eles que eu gostaria de falar um pouquinho…

Sob a Redoma – Stephen King

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Essa foi uma leitura que eu adiei muito para ter início. Confesso que as mais de 950 páginas me assustavam um pouco, porém quando terminei de lê-lo, desejei que houvessem outras 900 para continuar apreciando a trama proposta por Stephen King. Mas o mais bacana desse livro não é o que se vê por cima, não é apenas o drama vivido pelos moradores de Chester’s Mill, a redoma que os aprisiona, ou então as mentes deturpadas que habitam essa cidadezinha do interior, não. Se você dedicar um pouco mais de atenção durante a leitura, poderá perceber diversas lições que o autor nos transmite. É uma história muito bem escrita e estruturada. Os personagens te impressionam sempre, seja para o bem ou para o mal. As descrições de cenários e situações vividas pelos moradores são impecáveis! Você se sente dentro da história :)

Half Bad – Sally Green

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Por trás de toda a magia e fantasia aparentes nesse livro, nós podemos ver uma história que nos remete à preconceitos muito comuns do nossos dia-a-dia. Além de ser uma história intrigante e repleta de seres místicos muito originais, é também um importante incentivador à quebra de preconceitos e respeito ao próximo. Nathan é um personagem que te surpreende a todo momento, seja pela maneira como supera seus obstáculos, ou então na maneira com que lida com seus adversários. A trama é cheia de ação e suspense, com uma pitada de romance bem leve e muitas lições pra se aprender. Half Bad é o primeiro livro de uma trilogia e o segundo volume (Half Wild)  já foi lançado aqui no Brasil pela editora Intrínseca.

Silo – Hugh Howey

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Esse livro foi citado aqui no blog em um outro post meu (Top 5 Livros para 2015) como proposta de leitura. E devo confessar que essa foi uma leitura incrível, arrebatadora e ao mesmo tempo tocante. Eu chorei, eu ri, eu quis socar a cara de alguns personagens… enfim, o melhor livro ever! Foram muitas as sensações, porém a maior delas foi de abandono, perda, medo e insegurança. E isso me modificou muito. É claro que se você for olhar apenas a história central (que é uma devastação nuclear que extermina a raça humana e o que resta dela se vê presa em silos) pode parecer uma história bem comum. Mas novamente eu digo que é importante ler nas entrelinhas e tentar compreender a mensagem que o autor transmite.


E bem, essas foram as minhas três melhores leituras do ano (claro que ficaram de fora outras quase tão incríveis como: Os dois últimos livros da série Os Bridgertons da autora Julia Quinn; Pines, de Blake Chrouch; Resident Evil – A conspiração Umbrella, de S. D. Perry; Boneca de Ossos, de Holly Black; Os elefantes não esquecem, da rainha do crime Agatha Christie…) Enfim!

Mas e aí, qual foi a sua melhor leitura do ano? Conta pra gente! :)

Beijo e até a próxima :*

20 de nov de 2015

Resenha literária: Zac & Mia

Olá, você!

Eu sou a Ana, nova colaboradora na parte de Cultura e Entretenimento aqui no Coisas de Blogueiras. Espero que vocês gostem de mim – risos – vamos pra resenha?

Zac & Mia é escrito pela A.J Betts e foi lançado no Brasil pela Editora Novo Conceito.  O livro conta a história de – adivinha? – Zac, um menino que tem leucemia e está internado em um hospital para pacientes com câncer. Sempre acompanhado pela sua mãe super protetora. E Mia, a “nova” garota do hospital que está quase sempre sozinha e é um tanto quanto problemática. O câncer de Zac está em remissão e em breve ele vai sair do hospital de volta pra casa, mas ele acaba “conversando” com a menina alguns dias antes. Será que eles vão conseguir manter o contato?

Eu já vi muita gente dizendo “Gostou de A Culpa É das Estrelas, vai gostar desse também”, mas na minha sincera opinião, se eu tivesse dado bola pra esse comentário, nem pegaria o livro pra ler. E eu acho a comparação um pouco exagerada. Claro, temos a situação do Chick-lit, mas aqui a gente vê o romance menos exagerado, digamos. Fora que os plots desse livro são melhores. Amo você, John Green, mas ACEDE não foi o melhor livro da minha vida.

A construção das personagens aqui foi extraordinária. Tanto a descoberta em relação a Mia quanto a problemática do Zac. Na leitura, apesar de ser romantizada, vemos pelo que passa um paciente com câncer. As escolhas que eles devem fazer – principalmente sendo tão jovens – e que podem mudar todo o modo de viver, tanto da família quanto deles próprios.  Se eu tivesse que escolher um livro onde o desenvolvimento dos personagens tanto bom quanto ruim é absoluto, esse com certeza seria o primeiro da fila. Isso com certeza foi um ponto MUITO positivo pra essa leitura.

A narrativa do livro é feita em primeira pessoa, intercalando os capítulos entre Mia e Zac. O que eu gosto muito porque dá uma visão bastante ampla dos sentimentos das personagens. Principalmente se a personagem em questão é a Mia, que é chata que dói durante grande parte da leitura, mas é uma chatice suportável! Prometo. O Zac com certeza entrou pra minha lista de crushes literários. Ele é tão otimista e com uma visão da vida tão bonita – e olha que eu sou totalmente o contrário. Muito amor por ti, Zac. ♥

“Isso não é normal? Querer às vezes ficar sozinho?” – página 10

“O tempo prega peças. Pode brincar com você. Quando menos se espera, o tempo pode dar uma volta em si mesmo, como um imenso elástico.” – página 107 

Com certeza esse é um livro que eu recomendo. Cheio de #feels e superações. Totalmente amô.
E aí gente, gostaram do livro? E de mim? haha ♥ Conta nos comentários!!!

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