29 de mar de 2016

Livros lindos e inspiradores

Olá, pessoal. Tudo bem?

Hoje, eu vou indicar 5 livros lindos e super rápidos e fáceis de ler (mesmo em inglês!). Eles são livros com pouco conteúdo escrito, mas com muito amor em forma de desenhos e fotos, que deixam o livro ainda mais especial. Vamos a eles?

You are so Loved e Everything is going to be Ok

Os dois livros são como irmãos. Eles são parecidos, mas o conteúdo é um pouco diferente. O primeiro é mais romântico e o segundo é mais otimista, digamos assim. Ambos misturando tipografias diferentes com frases inspiradores, fotos e ilustrações divertidas. São daqueles livros de se abrir, eventualmente, ler uma página ou duas e se sentir mais feliz! ♥

Just Being Audrey

Esse livro é catalogado como infantil, mas o conteúdo é inspirador para qualquer idade. Ele conta a história da Audrey Hepburn de uma forma bem simples, leve e com ilustrações lindas. O livro foca muito mais na vida pessoal dela do que nos filmes e mostra desde a infância da atriz até os seus últimos dias.

Ah! Os Lugares Que Você Irá!

Ok, esse livro é infantil, mas também é do tipo que agrada pessoas de todas as idades. Ele te inspira a viajar mais, a conhecer novos lugares, a ser e a buscar mais. Sempre que o leio, fico querendo sair por aí e conhecer novos lugares. ♥

O Pequeno Príncipe

Sabe aquele livro que todo mundo deveria ler? Então, esse é o que eu indicaria. Ele já tem filme e eu amo desde pequena. A cada vez que leio, dependendo da época da minha vida, eu vejo significados diferentes nas palavras do autor. O livro conta a história de um pequeno príncipe, que mora em um pequeno planeta sozinho. Quando ele resolve viajar pelo universo, percebe que nem todas as coisas são tão simples.


Espero que tenham gostado! Já leram algum desses livros?
Beijos!

Postado por Stephanie Cancado

Engenheira, viajante, leitora compulsiva, sonhadora, amante de fotografia e dona do Avec Snow. Possui uma lista de livros para serem lidos que nunca vai acabar e acredita que nenhum lugar do mundo é longe demais para se visitar. No fim das contas, é apenas uma garota com uma câmera e uma mochila cheia de livros.
02 de dez de 2015

A fotografia por outro ângulo: Bernd e Hilla Becher

Eu sempre reforço aqui a importância de se ter boas e variadas referências para ser um bom fotógrafo, acredito que sempre vou bater na mesma tecla. Além disso, acho que conhecer o trabalhos dos grandes nomes da história da fotografia, mais do que trazer inspirações, torna o ato de fotografar infinitamente mais enriquecedor. Trouxe para apresentar pra vocês a história de um casal de fotógrafos que transformou decisivamente a fotografia contemporânea: Bernd e Hilla Becher.

Os dois se conheceram em 1957, na cidade de Düsseldorf, na Alemanha, quando ambos trabalhavam com publicidade. Começaram a trabalhar juntos com fotografia em 1958, registrando paisagens industriais abandonadas, como câmeras de gás, minas de carvão e grandes caixas d’água.

O que tornou histórico o trabalho do casal foi a grande precisão e formalidade com que suas imagens eram capturadas, que resultaram num estilo próprio muito característico. As fotografias são dotadas de simplicidade e ao mesmo tempo uma riqueza absurda de detalhes (devido a enorme profundidade de campo). O céu nublado ao fundo – sempre presente – e a nítida objetividade das fotografias traz à tona uma sensação de perda e vazio, a mesma que existia naquela era pós-industrial.

Bernd e Hilla Becher fizeram um trabalho de fotografia documental por quase 50 anos. Viajavam por siderúrgicas e minas não apenas na Alemanha mas, posteriormente, em outros países da Europa, registrando, através de uma câmera de grande formato, aquelas estruturas que, em breve, desapareceriam. As imagens, sempre com ângulos muito similares, trouxeram para a fotografia uma grande referência de arte conceitual e minimalismo, que através da frieza do olhar (marcada pela repetição) desperta o sentimento no espectador.

O casal lecionou durante alguns anos na Düsseldorf Art Academy, formando diversos fotógrafos que seguiram seu mesmo estilo. Ganharam muitos prêmios, inclusive de escultura, de tanto que o estilo reforçava e exaltava aquelas formas. Bernd faleceu em 2007 e Hilla em outubro desse ano.

Postado por Dora Schmidt

Gaúcha, sagitariana, estudante de jornalismo, blogo no Parada Quinze. Amo fotografia (mais do que fotografar) e o impacto que ela é capaz de nos causar, marcando a sociedade e a história. Não abro mão da simplicidade de uma vida leve como Amélie Poulain e isso se reflete nas minhas fotografias.
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