Categoria "Comportamento"
21 de set de 2015

Não desista do seu blog

Quem nunca pensou em desistir do blog? Deixou ele lá, paradinho, olhava sempre, mas sem saber o que fazer e sem vontade de postar?

Se você bloga há algum tempo, com certeza já teve fases da vida na qual, ou estava ocupadx demais para postar, ou não se identificava mais com aquele blog. Alguns deletam, começam do zero, outros simplesmente passam tempos sem postar e voltam como se nada tivesse acontecido.

Acontece que o blog, assim como você, é algo de fases. E tem fases que estamos pra blogueiros, tem fases que não… E se você as vezes se sente intimidadx por manter/criar o blog, fica se comparando às grandes blogueiras, se sente inferior por não ter a vida de blogueira de luxo que muitas ostentam por aí, recomendo que leiam este post da Thais! Tá tudo bem não ter essa vida, é ok se sentir distante do universo blogueiro e desmotivado para blogar, mas o que eu vim falar aqui pra você é: não desista do seu blog!

Só que antes de te dizer o porquê de você não desistir do seu blog, quero que me responda sinceramente a uma perguntinha básica:

Por que você bloga?

A vida das blogueiras de sucesso está fazendo com que muita gente crie com o blog com o simples intuito de: ganhar dinheiro, viajar e ganhar presentes às custas do blog. Mas acontece que a vida real não funciona exatamente assim. Acredite: nenhuma delas criou o blog e, da noite pro dia, se tornou famosa. É um trabalho difícil e requer tempo, dedicação e recursos. Além de um investimento inicial razoavelmente alto (câmeras e celulares bons, hospedagem, serviços de divulgação, gastos com melhoria da iluminação, cenário e etc). Não estou dizendo que você deva desistir do seu sonho se não tiver grana pra essas coisas agora, mas vá com calma, não queira se tornar uma web celebridade da noite pro dia!

Blogar vai além de ganhar dinheiro, é muito mais que uma profissão. Se você perguntar pra blogueiras grandes como a Lia, por exemplo, elas sempre dirão que o blog é uma “terapia”, é algo com o que elas se identificaram e, antes do dinheiro, começaram a fazer por amor. E é o amor pelo que fazemos que faz com que qualquer coisa dê certo!

Então, depois de descobrir porque você bloga, está na hora de descobrir porque você não deve desistir de blogar.

  • Você vai sentir falta! – E vai querer voltar, mas se você tiver delatado seu blog, o trabalho de abrir um blog novo vai te fazer deixar isso pra lá e o tempo vai passar e você vai viver com esse arrependimento.
  • Você vai sentir saudades “daquele post” especial, que você simplesmente apagou.
  • Um dia vai ter coisa pra postar, mas sem blog, onde você vai postar?
  • Essa rotina louca não é pra sempre! – Se você está vivendo uma vida que e afasta do blog, toma seu tempo todinho e é por isso que você quer desistir, saiba que isso também vai passar e um dia a monotonia vai voltar e o blog vai estar ali te esperando!
  • Você não precisa gastar com seu blog! – Muita gente acha que só dá pra ter blog com domínio próprio e hospedagem e isso pesa no bolso, mas nós já dissemos aqui que isso não é verdade. Se o lado financeiro tá te fazendo querer desistir do blog, mude pra uma plataforma gratuita!
  • Terapia grátis? Só um blog pode te oferecer! – Mesmo que não tenha muitos seguidores ou comentários, por pra fora o que você sente é essencial pra sua saúde mental.. E tem terapia melhor que blogar sempre que der vontade?
  • É um mundo só seu! – No blog postamos o que é importante, o que nos faz bem, o que precisamos por pra fora, por isso é uma ótima forma de você se conhecer melhor, reler seus posts antigos e fazer uma auto-avaliação de como você era antes, do que você quer ser e do que você é hoje!

Te convenci? Espero que sim! No mundo dos blogs tem espaço pra todo mundo! Então, se você precisar, tire um tempo, deixe o blog em hiatus, feche temporariamente, mas não desista do seu blog

Postado por Aime Reis

Também conhecida como: Klaryan. Tem vinte e alguns anos e é blogueira há 15, dona do Klaryan.com, mora sozinha, já morou em Portugal e ama escrever! Formada em Letras português/japonês/espanhol, sonha em ser poliglota, mas sempre esquece as palavras que estão na ponta da língua. Ama compartilhar aquilo que sabe e aprender sobre o que não sabe, pra compartilhar também...
05 de set de 2015

As melhores coisas da vida

Durante minhas caminhadas até a escola, eu sempre reflito sobre a vida. Não sobre a minha vida em específico, mas sobre a vida em geral e sempre surgem boas ideias de posts durante essas caminhadas! Essa semana estava refletindo sobre as coisas que têm mais importância em nossas vidas. O que realmente importa? Apesar de sabermos a resposta – amar e ser amado, valorizar a família e os amigos e ajudar os outros -, raramente conseguimos nos libertar das exigências materiais de uma rotina cada vez mais acelerada. E, aos poucos, nos desviamos do que é essencial e perdemos o controle – e o sentido – da vida.

O eterno clichê “dinheiro não traz felicidade” nunca fez muito sentido para mim, confesso. Afinal, não é com o dinheiro que compramos viagens memoráveis, e pagamos nossas próprias contas e conquistamos independência? Não é o dinheiro que pode comprar um sorvete na esquina ou levar a gente a conhecer o mundo inteiro?

Negar isso, seria uma completa hipocrisia. O dinheiro é sim importante, o problema é que muitos reduzem suas vidas a uma busca material incompreensível que os transformam em caçadores de recompensas em tempo integral. Vivendo cada dia em busca de um salário milionário, perdem as pequenas felicidades da vida como um abraço apertado ou admirar um pôr-do-sol, coisas pequenas, mas que estão ao nosso alcance e de graça! Embora o dinheiro seja, de fato, muito mais do que necessário, convenço-me mais a cada dia que as melhores coisas da vida não são coisas.

Já vivi dias incríveis com muito pouco. As melhores coisas, que nos dão mais prazer, estão no simples. A maior mentira que já nos contaram é que precisamos de dinheiro para viver momentos memoráveis. Por que as melhores coisas da vida, verdadeiramente, custam pouco ou nada: dormir de conchinha, passear de bicicleta, ver o sorriso de uma criança, apreciar a vista, encontrar os amigos. Pequenos prazeres que só vive quem sabe viver.

E o caminho para encontrar a realização nas coisas mais simples e comuns não é tão difícil quanto parece, mas trata-se de um exercício que exige muita força de vontade e, principalmente, um olhar sem preconceitos. Para começar, olhe para trás e pense nos momentos felizes que você já viveu. Se você listar, vai perceber que por trás de todas as conquistas materiais, havia algo maior. Se eu fui muito feliz ao comprar meu carro, minha realização não estava no carro, e sim no fato de eu ter me organizado e superado uma dificuldade.

Nosso melhor exemplo: as crianças

Já parou para perceber como uma criança se realiza na praia? Ela corre, mergulha, chuta areia, faz castelinho. Ninguém se diverte na praia como uma criança. E isso tem explicação.

“A gente pode aprender muito com as crianças. Elas são o nosso principal espelho. Elas se jogam na vida, curtem a experiência com toda vontade, sem preocupações. O macete é esse. Ela não se importa se é rica, pobre, gorda, branca, preta ou se está doente“.

Com o tempo e os valores ensinados na sociedade, perdemos essa liberdade. Mas há esperança, e podemos voltar a perceber que o essencial é invisível aos olhos. “O idoso tem grandes chances de encontrar a felicidade nas coisas simples, novamente. Ele já tem maturidade para entender o que é importante”.

Aproveite os momentos bons que a vida lhe proporciona

Questione-se
Tire um tempo só para você. Pare um pouco e se pergunte: o que eu acho que vai trazer realização para a minha vida, de fato? Por qual motivo eu estou dando valor a determinadas coisas? Fazendo essa reflexão, a gente percebe que muitas coisas não são tão importantes como nós achamos.

Defina suas prioridades
Hoje você se mata para trocar de carro. Tudo bem. Mas e se amanhã ficar doente (o que pode acontecer qualquer hora e com qualquer um), qual a diferença que esse carro faria? Em uma doença, é mais importante ter um carro zero ou bons amigos? A vida é muito incerta e não podemos controlar as variáveis. Então invista no que realmente vale a pena e faz a diferença.

Use seu tempo com sabedoria
Tente encontrar mais equilíbrio no uso do seu tempo. E procure pensar a vida em termos de porcentagem. Se a sua vida é uma pizza de 8 pedaços, por exemplo, quantos você está consumindo com o trabalho, o lazer, a atenção aos amados. E depois avalie se a sua distribuição é justa. Geralmente, se a gente para e avalia a vida em porcentagem, conseguimos ver que estamos dando pouca atenção e tempo justamente para quem realmente importa.

Viva o presente
“Quem vive de passado é museu…”, ou tem tendência à depressão. Se perdi uma oportunidade, se eu poderia ter feito algo de outra forma, tudo bem. Mas isso não precisa tomar conta da mente. Pode até não levar a um caso depressivo, mas traz emoções depressivas, como mágoa e arrependimento. Já para quem vive no futuro, a chance de viver no limite da ansiedade é grande, pois você só pensa no que está por vir. Não podemos viver só no presente, pois precisamos planejar o futuro e aprender com o passado. Mas a maior parte da nossa vida é agora. Então, vamos nos jogar mais, viver mais.

Seja feliz
Quando conseguimos agrupar tudo isso (focar no presente, ter equilíbrio nas várias áreas da vida e priorizar o que realmente importa), temos muito mais chances de sermos felizes e conseguir aproveitar o melhor da vida.


Espero que vocês tenham gostado do textinho de hoje. Me contem, o que faz VOCÊ feliz?

Beijo e até a próxima!

Postado por Carla Vieira

Uma paulista baixinha de 17 anos, ansiosa e determinada, que sonha alto demais. Sou uma rata de biblioteca, sinto a necessidade de viver outras histórias e poder entrar em um mundo que não é meu. Também amo escrever. Aqui no blog, irei mostrar a vocês a minha visão de mundo! Se quiser me acompanhe também pelo meu blog pessoal.
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